O APEGO

  O APEGO

 

O apego nos limita e  impede de nos espiritualizarmos. Quando tratamos desse assunto nos vem à mente objetos materiais porque após a nossa grande partida, não os conduziremos, salvo em nossas mentes.

Identificamo-nos com determinada coisa que por vezes  é de excelente qualidade, mas não como valor estimativo.

A  tudo  que nos apegamos, formamos um elo de afetividade. Não vemos os fios energéticos, mas eles estão vinculados a nós através do nosso bem querer.

E quanto mais tempo passa esses fios se tornam mais fortes nos deixando com um grande sentimento de apego que não nos permitem perdê-los de vista.

Se for algo que quebrou, juntamos todos os pedacinhos e colamos. Mas há de se convir, o objeto jamais será o mesmo.

As ligações energéticas possibilitam maior apego,  mesmo emendado vamos sempre lamentar pela quebra e pela perda.

Para quem duvida  os objetos quebrados perdem todo seu valor.

 E por que não aproveitar a oportunidade para fazer o exercício do   desapego?

 Bens materiais sabemos que são perecíveis.

Além do sentimento que nos deixa penalizados e tristes, há outros que também consideramos grave. São sentimentos de cunho doentios, amores exacerbados em contingência de muita alegoria e apego.

É sabido que ninguém pertence a ninguém.

Portanto, não somos propriedades para acharmos que as nossas ligações afetivas na terra deverão ser eternas.

Prendemos o nosso amor a outro amor tornando-nos doentios e fora do contexto da verdadeira afetividade.

Mas o amor é um sentimento profundamente livre.

Temos toda eternidade para amar, no entanto, aprisionamos hoje o ser amado com irreverência e pieguismo.

Assim sendo, todo e qualquer sentimento de posse, seja material ou emocional pode gerar muito sofrimento no futuro.

O amor deve ser calcado na pureza, na liberdade com a verdadeira amizade e respeito.

Se amas, com toda cumplicidade, carinho e respeito deves sentir a necessidade de deixar teu amor permanecer livre das algemas da opressão.

O amor não prende, liberta o ser que confia no fluxo da vida.

O amor é a mais pura expressão da liberdade!

Luiz Sérgio

               Canal francyska Almeida -Abril/2005-Fort-Ce.

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