O outro lado da história

O outro lado da história

 Algumas discussões às vezes não ficam bem resolvidas. Cada um deseja aproximar a verdade para o seu lado. Mas é evidente  que cada uma das partes  precisa de justificativas para expor  o fato realmente como aconteceu. Questionar as nossas atitudes  por mais

pacíficas que sejam.

 Somos perceptivos ou cego demais para enxergarmos a verdade que às vezes está clara  ou muito evidente.

Esbravejar não é sinal de inteligência. Dialogar a respeito sim, partindo do princípio e do momento.

Serenidade é algo que não condiz com a explosão do descontrole das emoções. Com serenidade racionalizamos e dialogamos a respeito  dos motivos que geraram a discussão. Na verdade,  seria importante começarmos a  analisar e ponderar os nossos atos, por maior que tenha sido  o impacto. Compreendemos que na terra as desavenças, a violência está intimamente ligadas a esse fator. Ninguém quer errar e muito menos gosta de ser contrariado. Isso nos faz entender que ainda não temos humildade e nem compreensão lógica suficiente para efetuarmos a nossa análise.Vamos dizer, mas vamos nos permitir ouvir também, afinal a razão é relativa e proporcional ao momento e a forma da agressão e aos motivos de cada um.

Contar vantagens em cima de nossas atitudes menos generosas, é falta de visão crística. Somos seres errantes e ainda vamos errar muito, porque a terra jamais será um lugar de pessoas

estritamente santificadas.

Temos um caminho a seguir na vida: alimentar sem melindres o nosso crivo da razão para conhecer mais as nossas propostas internas.

Nossa boca diz às vezes o que o coração está cheio. E o nosso corpo acompanha esse momento de rancor e colocamos a perder nossas relações de amizades, emprego e outros bens da alma.

Para cada reação é preciso uma ação. É perigoso agirmos sem pensar ou pensar com raiva, atrelados a sentimentos que pensamos existir, pois criamos sempre falsas idéias que nem sempre corresponde com a verdade. Entra aí lamentavelmente o julgamento prematuro.

O que podemos afirmar das pessoas se pouco as conhecemos?

Cada coração tem as suas enfermidades. Cultuar julgamentos não deve fazer  parte realmente da nossa vida monástica junto ao Cristo de Deus. No momento infeliz que julgamos o comportamento de criaturas de acordo como sentimos,  nos faz prender a uma realidade rasteira. Prejulgar é realmente um transtorno para as almas que necessitam se libertar das correntes da vaidade, da infelicidade do descontrole e das emoções mais primitivas.Precisamos urgente educar e controlar esse feixe de luz escura que ainda permeia o nosso interior.

O exercício da auto serenidade e do reconhecimento dos  erros também é urgente .Levarmos sentimentos inferiores para o outro lado da vida, não será positivo para a nossa consciência. Perdoar é algo muito divino.

Cultuemos apenas a doçura do anjo bom que está em nós. Expulsemos o anjo mau que nos incita a expelirmos veneno nos momentos menos apropriados ao nosso amadurecimento. Aprendamos a ouvir a voz da correção. De repente os fatos não são trágicos como pintamos. Aprendamos a ver e sentir o lado positivo das criaturas. Cuidemos da cura das nossas almas apontando sempre o dedo para o nosso intimo.

E com relação aos outros? Que também façam o mesmo para o adiantamento e cura de suas almas, exercício esse que deve ser praticado no cotidiano de suas vidas.

A mágoa, o desrespeito ao ser humano, a cólera, jamais serão remédios positivos para nenhuma  alma, e sim tóxicos poderosos que contaminam toda a sua  corrente sangüínea, órgãos, células e o os corpos sutis, promovendo uma sujeira energética de difícil limpeza.

 Fiquemos atentos ao nosso processo de vida. Todo tempo é tempo de resgatarmos as nossas virtudes transformando-as em flores de luz para que as nossas almas ansiosas se  libertem durante sua

estada no planeta terra.

Quanto mais fabricarmos fluidos serenos, mais o nosso ser crescerá em direção a luz cósmica do Cristo de Deus, que está para nós a qualquer instante do dia ou da noite. E calmamente dormiremos o sono dos justos, sem mágoas, sem esperar as contendas de revanche, e, sem a necessidade de examinarmos as nossas consciências, porque estaremos cumprindo o dever de filhas e filhos muito amados da Luz.

                    Luiz Sérgio

                          

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